ALPEDRINHA A «FERVER»
«Alpedrinha Sintra da Beira», «Alpedrinha Varanda da Gardunha», títulos dados por quem sabia. Hoje discute-se em determinado meio se Alpedrinha é aldeia ou vila. Como vila é sempre maior, temos a prosápia de o querer ser. Na minha opinião é uma espécie... de lugar, onde uma pessoa é quase «dono» de todo o terreno. Onde já se viu uns antigos Paços do Concelho serem abandonados como sede da Junta de Freguesia a favor de um imóvel de menos valia? Com certeza foi pelo facto da longa duração no acabamento que merece ser o local mais importante, bem iluminado, florido, relvado, calçada à portuguesa, com granito exemplar e aquecido pelo Natal. Estava no meu espírito dar opinião sobre a fontainha, não pelo facto do pedido, parecia ser o director dos blogues (façam o favor de escrever sobre isto, tá e não esqueçam, depressa...). Aproveito para dizer que é uma boa causa: defender no que não se deve mexer, bulir. Se não se faz, conserve-se o que existe. Algumas pessoas têm a utopia de querer transformar Alpedrinha em aldeia histórica. Conheço aldeias históricas com menos monumentos com menos valia, mas têm uma matéria-prima que infelizmente Alpedrinha deixou de possuir: Homens de letra maiúscula. O bairrismo foi passear. Os novos ricos olham para o umbigo (pudera têm a barriga grande). Fazer mandatos porque a malta quer é uma coisa, estragar o que outros fizeram é outra. Mudando de assunto e querendo sanar esse ciúme terrível quanto ao patinho que dei como graça ao blog Alpedrinha@News, é no mínimo a segunda vez que fala nele. Tenho cara de parvo para opinar negativamente a quem apenas informa, não magoa ninguém, quero lá saber que pertença à Junta, quero é noticiário e para ser criterioso também informo que melhorou bastante nas suas postagens, deixou a ficção, pela atitude bem merece para o ajudar nessa azáfama o Sr. Lei. O que defende é sério, o prémio é graçola. Acabaram-se os ciúmes? Acabei com os patinhos devido à gripe das aves.
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