NÃO É PRECISO PEDIR, VOCÊS VÊM CÁ !!
Devido a este confronto de linguagem um pouco poluída, que não leva a nada, mesmo assim procurei saber um pouco mais sobre Zen, para poder responder ao estimado «Sobrinho», não perdi a viagem porque aprendi algo.
Zen é uma importante escola budista, originária da China, introduzida no Japão no séc. XII.
Vejo-me impossibilitado de ficar por aqui, em respostas e contra respostas, por não possuir conhecimentos compatíveis para poder competir com tanto conhecimento do meu «sobrinho». No entanto, ainda sei discernir entre alguma verdade e a mentira e quando se tem responsabilidades em manter discípulos no conhecimento, tem que se jogar com a verdade.
Não era necessário dar a resposta encapotada num comentário como fez, não necessito de postagem. O «Sobrinhão» é que não se deve armar mais do que o seu diploma indica, até pode ser autodidacta. Mas Zen é difícil para carago, entrou no Ocidente só quase para carolas, é carola? Com tanto saber pergunto eu: o que está fazendo aqui em Alpedrinha? Não me diga que tem a profissão de rico? Seja útil, coloque o saber ao dispor dos outros. Sei que não é burro pelo que tem apresentado, mas o conto «O Homem e o Sábio» não lhe pertence. E não se arme em engraçado. Nem tão-pouco em tão culto. Toda esta prosa não serve Alpedrinha, nem quero medir forças, fique com a sabedoria toda.
Vejo-me impossibilitado de ficar por aqui, em respostas e contra respostas, por não possuir conhecimentos compatíveis para poder competir com tanto conhecimento do meu «sobrinho». No entanto, ainda sei discernir entre alguma verdade e a mentira e quando se tem responsabilidades em manter discípulos no conhecimento, tem que se jogar com a verdade.
Não era necessário dar a resposta encapotada num comentário como fez, não necessito de postagem. O «Sobrinhão» é que não se deve armar mais do que o seu diploma indica, até pode ser autodidacta. Mas Zen é difícil para carago, entrou no Ocidente só quase para carolas, é carola? Com tanto saber pergunto eu: o que está fazendo aqui em Alpedrinha? Não me diga que tem a profissão de rico? Seja útil, coloque o saber ao dispor dos outros. Sei que não é burro pelo que tem apresentado, mas o conto «O Homem e o Sábio» não lhe pertence. E não se arme em engraçado. Nem tão-pouco em tão culto. Toda esta prosa não serve Alpedrinha, nem quero medir forças, fique com a sabedoria toda.
Quase toda a gente na escola aprendeu contos e fábulas. Mas o «Sobrinhão» já na sua escolinha ouviu e aprendeu o conto de Zen! Em que capital europeia andou a estudar para ouvir Zen? Antes de responder vá tomar o biberão para se fazer homem educado (isto devido Cartilha matinal). Se já fez o que pedi, agora pergunto: Qual é a história sobre «O Homem e o Sábio» que aprendeu, a que publicou, ou esta? Pode ficar em silêncio eu não preciso de resposta, os seus seguidores é que precisam de saber daquilo você é feito, e não faça dos outros parvos.
O Homem Sábio
Conta-se que há muitos, muitos séculos, um homem Sábio desejava, entre outras preocupações espirituais, livrar-se de todas as formas de ritos religiosos, deixando apenas a essência da directa experiência da Verdade.
O Sábio atraiu diversos discípulos, que costumavam reunir-se ao seu redor para lhe escutarem os ensinamentos e as parábolas.
Após algum tempo, os discípulos começaram a juntar-se antes do Mestre aparecer, pois eles gostavam de estar em grupo, conversar e cantar.
Pouco depois, talvez para se protegerem do sol e da chuva ou tão só para estarem mais à-vontade, os discípulos resolveram construir uma casa para as reuniões, com uma sala especial para o Sábio mestre.
Após a morte do Sábio, tornou-se uma prática, entre os seus seguidores, fazer uma reverência respeitosa para a agora sala vazia, antes de se entrar no salão. Em cima de uma mesa especial colocaram uma imagem do Mestre, numa moldura de ouro, e as pessoas deixavam lá flores e incenso, em sinal de respeito ao Sábio Mestre.
Em poucos anos uma religião tinha crescido em torno daquele homem que, em vida, não praticava nada daquilo, e que, ao contrário, sempre disse aos seus seguidores que ficar preso a estas práticas levava frequentemente a pessoa a iludir-se no caminho da Verdade.
O Sábio atraiu diversos discípulos, que costumavam reunir-se ao seu redor para lhe escutarem os ensinamentos e as parábolas.
Após algum tempo, os discípulos começaram a juntar-se antes do Mestre aparecer, pois eles gostavam de estar em grupo, conversar e cantar.
Pouco depois, talvez para se protegerem do sol e da chuva ou tão só para estarem mais à-vontade, os discípulos resolveram construir uma casa para as reuniões, com uma sala especial para o Sábio mestre.
Após a morte do Sábio, tornou-se uma prática, entre os seus seguidores, fazer uma reverência respeitosa para a agora sala vazia, antes de se entrar no salão. Em cima de uma mesa especial colocaram uma imagem do Mestre, numa moldura de ouro, e as pessoas deixavam lá flores e incenso, em sinal de respeito ao Sábio Mestre.
Em poucos anos uma religião tinha crescido em torno daquele homem que, em vida, não praticava nada daquilo, e que, ao contrário, sempre disse aos seus seguidores que ficar preso a estas práticas levava frequentemente a pessoa a iludir-se no caminho da Verdade.
Conto Zen (adaptado por moi-même)
Publicado por vmar em fevereiro 14, 2004
Publicado por vmar em fevereiro 14, 2004

Ainda de Zen e para terminar aproveito o seguinte:
Apenas tente compreender
Um sujeito estava colocando flores no túmulo de um parente, quando vê um chinês colocando um prato de arroz na lápide ao lado.
Ele vira-se para o chinês e pergunta:
- Desculpe, mas o senhor acha mesmo que o defunto virá comer o arroz.
E o chinês responde:
- Sim, quando o seu vier cheirar as flores.
Moral da História:
"Respeitar as opções do outro, em qualquer aspecto, é uma das maiores virtudes que um ser humano pode ter. As pessoas são diferentes, agem diferente e pensam diferente. Portanto, nunca julgue... Apenas tente compreender."
Ele vira-se para o chinês e pergunta:
- Desculpe, mas o senhor acha mesmo que o defunto virá comer o arroz.
E o chinês responde:
- Sim, quando o seu vier cheirar as flores.
Moral da História:
"Respeitar as opções do outro, em qualquer aspecto, é uma das maiores virtudes que um ser humano pode ter. As pessoas são diferentes, agem diferente e pensam diferente. Portanto, nunca julgue... Apenas tente compreender."
Os dois Lobos
Um ancião índio descreveu os seus conflitos internos da seguinte maneira:- Dentro de mim tenho dois lobos. Um deles é cruel e mau. O outro é muito bom. Os dois lobos estão sempre em guerra.
Quando lhe perguntaram qual o lobo que ganhava a guerra, o ancião respondeu:
- Aquele que eu alimentar.

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